quarta-feira, 16 de março de 2011

Adi.

O Adilson é uma pessoa muito especial para mim. Ele é volante do Grêmio e comecei a acompanhá-lo no início de 2009. Sempre corri muito atrás dos meus sonhos e por nunca desistir deles consegui muitas coisas ligadas ao jogador.



Vou começar contando todas as vezes que o vi.
O dia que conheci o Adi foi muito legal, foi a primeira vez que entrei em campo. No vestiário haviam duas meninas que se diziam “maridas” do Adi e não queriam que eu entrasse com ele, mas eu entrei agarrada na camisa pelas costas. Não falei com o Adi, a vergonha e o nervosismo não deixaram, apenas pedi uma foto antes de sair do campo. Uma das meninas ficou me empurrando, não sei se ele viu, mas botou o braço atrás de mim e ela não conseguiu mais me empurrar. Fiquei feliz, tirei a foto e tive que sair.
A segunda vez que o vi já foi mais importante, foi no Grenal da decisão do Gauchão. Não entrei em campo com ele, mas fui correndo atrás antes de sair do gramado, após ver o Neuton. Pedi a ele para tirar uma foto comigo, nós tiramos, e quando ele estava tirando uma foto com a Chai eu tomei coragem e pedi um abraço, muito querido não me negou.
Por incrível que pareça, fui num jogo não muito importante, também um Grenal, mas que apenas valia três pontos na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. O Adi estava na reserva, então não pude entrar em campo com ele, mas é claro que isso não foi motivo para eu não vê-lo. Não entrei com ninguém, quis apenas ver o Adi, e eu tinha uma corrente para dar a ele. Quando os jogadores entraram fiquei confusa e parada no meio do gramado, olhava pro Jonas, e pro Adi, e o Jonas ia se distanciando e eu ainda ali, parada. Acabei indo atrás da Chai, tiramos uma foto com o time inteiro e fui correndo para a casamata. Cheguei lá, abri os braços inteiros (foi tenso, rs) pedi um abraço pra ele, a Chai veio logo atrás de mim e, terei que dizer, ela deu de cara na casamata. Foram muitos risos do pessoal do banco, enquanto eles riam eu abraçava o Adi e desejava boa sorte. A Chai o abraçou também, tiramos fotos e entreguei a corrente pra ele, expliquei muitíssimo rápido a história da corrente, dei tchau e sai correndo, pois as crianças já tinham saído do gramado.
Os dois últimos dias que vi ele, até hoje, acho que foram os mais importantes. Pedi de presente de Natal ao meu pai que ele me levasse para passar 3 dias em Porto Alegre. Meu pedido foi atendido...
...Vi ele dia 3/12/2010, mas não pude entrar na “área VIP” do Olimpico, então não tive a oportunidade de conversar com ele. Já no dia 04/12 eu estava desistindo de tentar entrar na “área VIP”, o Adi já estava até dentro do ônibus quando enxerguei o amigo Luciano, pessoa que serei eternamente grata, fui correndo em sua direção e pedi para ele me levar lá dentro, ele levou, foi difícil convencer o motorista a chamar o Adi, mas o Luciano conseguiu e o Adi, como sempre muito querido, desceu para falar comigo, dei um abraço nele e conversamos um pouco. Na hora que eu pedi o autógrafo a minha caneta fez questão de falhar, mas foi bem legal, fiquei nervosa demais, testei a caneta num folhetinho que havia recebido na Grêmio Mania e acabei descobrindo que eu estava segurando mal a camisa, por isso a caneta não estava escrevendo.
O diálogo foi mais ou menos o seguinte:
- É Nathálie, né?
-Pode ser Naty, Adi.
-Naty de que jeito, com Y, I, H?
-Tanto faz, tu que escolhe.
-Tu “tem” que me ajudar, segura a camiseta assim ó (me explicou como), me ajuda, se não eu não vou conseguir.
A caneta não funcionou, eu fiquei desesperada, tinha uma caneta reserva na bolsa, mas não lembrei dela.
-Calma, sem teu autógrafo tu não vai ficar.
A caneta acabou funcionando e tudo ocorreu bem, ele autografou: Um abraço para Naty! Adilson. *-*
Avisei-o que iria entrar em campo com ele no dia seguinte, ele disse que estava tudo bem e conversamos mais um pouco, perguntei sobre a Deisi, queria conhecê-la. Não deu, mas ainda vamos se ver! Após isso ele subiu para o ônibus e fui embora.
(Adi, desculpe se te atrapalhei, não sei o que você estava fazendo lá no ônibus).
No dia seguinte, entrei em campo com ele. Não conversei muito, deixei ele falando com o priminho dele, o Lorenzo, coisa mais fofa o gurizinho, apenas disse que meu pai havia achado ele muito simpático e agradecido pelo que ele tinha feito por mim. Tirei foto com ele lá no campo, e não pude dar um abraço graças ao repórter que chamou o Adi para uma entrevista. ;( Mas foi um ótimo fim de semana.
(Obrigada ao meu pai, que me levou para Porto Alegre, ao Luciano, que me levou pra ver o Adi, ao jogador, que foi muito simpático e não negou meu pedido para ele descer do ônibus e a Deus, que com certeza foi quem tornou isso possível)
Bom, essas foram todas as vezes que tive a oportunidade de conversar com ele.
Adi, só tenho a te agradecer por tudo, pelas mentions, por ter sido sempre tão querido comigo, até quando não sabia quem eu era. Serei grata eternamente por esse carinho que de ti eu recebo, não tenho nada a reclamar, o dia que tu me destes parabéns então foi um dia incrível, fiquei muito feliz, e fico até hoje quando leio novamente. Desculpe se um dia te enchi de mentions, falei algo que não devia, ou te incomodei, mas fique sabendo que jamais foi por mal.
Pretendo um dia te ver usando a amarelinha e fazendo história no Grêmio. Tu tens um grande potencial e se Deus quiser realizará todos os seus sonhos. Tens raça, força e determinação, és um grande volante e eu desejo que a tua carreira seja repleta de sucessos, com pequenos e grandes títulos. Quero que saibas que estarei torcendo sempre por ti, independente da situação ou do clube que estiveres, tu jogas muito e espero que tenhas um grande futuro pela frente. Te amo, ídolo.

p.s.: ainda vou conseguir uma camisa do adi *-----* /minha próxima meta ^^ /