Bom, li uma critica construtiva, de acordo com o autor dela, que eu não vou revelar onde e nem quem postou, mas eu vi mais como um "comentário infeliz" e resolvi escrever aqui o meu pensamento sobre a nossa LINDA torcida.
Antes de mais nada quero dizer que não estou criticando, quero que os gremistas reflitam a partir deste meu texto, e nele não estarei me referindo a Geral do Grêmio, e sim a torcida em Geral. Sei que poderão vir críticas, mas não vou deixar de expor o meu ponto de vista com medo disto.
Bom, podia-se dizer a um tempo atrás que o meu amado Tricolor tinha a mais bela das torcidas, a que mais vibrava, a que mais torcia, a que não parava um segundo só de apoiar. Mas, de uns tempos pra cá ela tem ficado diferente, parece estar perdendo seu brilho em jogos comuns, gremistas não faltam nas decisões e jogos importantes, o Olimpico lota, é lindo de se ver, mas os jogadores precisam de um Olimpico parcialmente lotado em jogos normais também, sabiam?
Não vejo mais em jogos normais aquela torcida que é lindíssima de se assistir, aquela que independente do jogo não para um segundo de pular, de cantar junto à Geral do Grêmio, aquela torcida de da vida em todo o Monumental, onde anda aquela torcida que lota o estádio independente do jogo, aquela linda torcida que, dá pra se dizer, se via em 2007, heim?
Aquela linda e magnífica torcida não acabou, segue lá, em todos os jogos, cantando e apoiando sem parar, mas já não são o mesmo número de torcedores, onde já se viu um clube forte como o Grêmio sem menos de 30 mil torcedores em um jogo da Libertadores?
Em jogos comuns, digamos assim, já não se ve a mesma força na voz, a mesma altura nos gritos. Onde já se viu um Gre-nal, pelo Gauchão, com os gremistas calados (menos a Geral), independente do placar, e os torcedores ouvindo a torcida deles? É inaceitável, porém, infelizmente, eu já presenciei isso.
Onde está aquela forte torcida que lotava aquele estádio de cor vermelha e mesmo na derrota não deixava-se vencer pelos cantos do Internacional, aquela que se formava com apenas 5 mil contra 50 mil deles, e se ouvia mesmo assim...?
É, esta magnífica torcida vai se distanciando cada vez mais, e se seguir assim qual será a graça de ir a um jogo no nosso belíssimo Monumental, futuramente a Grandiosa Grêmio Arena e não sentir a arquibancada tremer? Eu já me vi cantando sozinha em meio a uma multidão... O que está faltando, o pessoal saber cantar ou animo? O que está causando isso, o time? Os dirigentes? Ou a falta de vontade?!
Mas, como eu já disse e vou repetir, essa torcida não acabou e pode, DEVE crescer, não diminuir cada vez mais... O que vai ter daqui a alguns anos, a Geral lá entoando os canticos sozinhas em meio a um monte de pessoas sentadas apenas observando? NÃO PODE!
VAMOS TORCEDOR GREMISTA, VÁ AO OLIMPÍCO, INDEPENDENTE DO NÍVEL DO JOGO, LOTE NOSSO ESTÁDIO DE VIDA E BELEZA. TODOS QUEREM UMA LINDA AVALANCHE, LOTADA DE PESSOAS, PELO MENOS COM 15 MIL EM QUALQUER JOGO!!!! NÃO DEIXEM O ESTÁDIO PERDER O BRILHO, OS JOGADORES PERDEREM SUA MAIOR FORÇA, VOLTEM A LOTAR O MONUMENTAL, APOIAR ATÉ O ÚLTIMO SEGUNDO, VAMOS SER FORTES, GRANDES, GUERREIROS E PRINCIPALMENTE IMORTAIS QUE NEM NOSSO PODEROSO E AMADO TRICOLOR!
"para refletir"
segunda-feira, 25 de abril de 2011
SAUDADE
Saudade, palavra inexplicável de forte impacto? É, não sou boa com conceito, mas talvez seja isso.
Muitos dizem que quem inventou a distância não sabia o que era a saudade, é verdade, mas você já parou pra pensar que a saudade só fortalece uma amizade a longa distância, se ela realmente é verdadeira? A saudade traz coisas boas, porque quanto maior for a saudade, maior será o amor e a vontade de estar perto do ser pelo qual você está sentindo isso e quando há o reencontro não existe coisa melhor, é ótimo, não é?! Não é uma coisa chata, um reencontro é cheio de sentimentos, emoções, novidades e, geralmente, somente com coisas boas...
Saudade, se ela não existisse eu realmente não teria motivos para estar escrevendo aqui novamente, sim, ando ocupada e com muita saudade de escrever no meu blog.
Saudade, palavra que eu vivo dizendo aos meus amigos que moram longe... Eu gosto de sentir saudades, sim eu gosto, e gosto mais ainda quando sentem saudades minha.
Você sabia que a saudade é a 7ª palavra mais difícil de se traduzir?! Então, sinta-se previlegiado brasileiro, pois você sente saudade, os outros sentem apenas falta... e não, EU não acho que signifiquem a mesma coisa.
No meu ponto de vista, a saudade nos ajuda a lembrar de pessoas e coisas que já se foram e com certeza não voltam mais, ela traz tristeza sim, mas nos faz lembrar dos grandes momentos que passamos juntos a eles!
Bom, eu usei essa palavra, esse sentimento para, apenas, recomeçar a escrever no meu blog. Como eu já disse eu adoro a saudade, mas é melhor acabar com ela, né?!!!
Aproveitando a situação, sinto saudades de vocês...
Avós
Chai
Tchutchu
Henri
Primos
Adi
Grêmio (e títulos)
Grêmio TV e Rádio
Dindo
Dinda
Juh Ferrazza
Jimmy
e bens materias que eu tinha quando era pequena.
Muitos dizem que quem inventou a distância não sabia o que era a saudade, é verdade, mas você já parou pra pensar que a saudade só fortalece uma amizade a longa distância, se ela realmente é verdadeira? A saudade traz coisas boas, porque quanto maior for a saudade, maior será o amor e a vontade de estar perto do ser pelo qual você está sentindo isso e quando há o reencontro não existe coisa melhor, é ótimo, não é?! Não é uma coisa chata, um reencontro é cheio de sentimentos, emoções, novidades e, geralmente, somente com coisas boas...
Saudade, se ela não existisse eu realmente não teria motivos para estar escrevendo aqui novamente, sim, ando ocupada e com muita saudade de escrever no meu blog.
Saudade, palavra que eu vivo dizendo aos meus amigos que moram longe... Eu gosto de sentir saudades, sim eu gosto, e gosto mais ainda quando sentem saudades minha.
Você sabia que a saudade é a 7ª palavra mais difícil de se traduzir?! Então, sinta-se previlegiado brasileiro, pois você sente saudade, os outros sentem apenas falta... e não, EU não acho que signifiquem a mesma coisa.
No meu ponto de vista, a saudade nos ajuda a lembrar de pessoas e coisas que já se foram e com certeza não voltam mais, ela traz tristeza sim, mas nos faz lembrar dos grandes momentos que passamos juntos a eles!
Bom, eu usei essa palavra, esse sentimento para, apenas, recomeçar a escrever no meu blog. Como eu já disse eu adoro a saudade, mas é melhor acabar com ela, né?!!!
Aproveitando a situação, sinto saudades de vocês...
Avós
Chai
Tchutchu
Henri
Primos
Adi
Grêmio (e títulos)
Grêmio TV e Rádio
Dindo
Dinda
Juh Ferrazza
Jimmy
e bens materias que eu tinha quando era pequena.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Adi.
O Adilson é uma pessoa muito especial para mim. Ele é volante do Grêmio e comecei a acompanhá-lo no início de 2009. Sempre corri muito atrás dos meus sonhos e por nunca desistir deles consegui muitas coisas ligadas ao jogador.
Vou começar contando todas as vezes que o vi.
O dia que conheci o Adi foi muito legal, foi a primeira vez que entrei em campo. No vestiário haviam duas meninas que se diziam “maridas” do Adi e não queriam que eu entrasse com ele, mas eu entrei agarrada na camisa pelas costas. Não falei com o Adi, a vergonha e o nervosismo não deixaram, apenas pedi uma foto antes de sair do campo. Uma das meninas ficou me empurrando, não sei se ele viu, mas botou o braço atrás de mim e ela não conseguiu mais me empurrar. Fiquei feliz, tirei a foto e tive que sair.A segunda vez que o vi já foi mais importante, foi no Grenal da decisão do Gauchão. Não entrei em campo com ele, mas fui correndo atrás antes de sair do gramado, após ver o Neuton. Pedi a ele para tirar uma foto comigo, nós tiramos, e quando ele estava tirando uma foto com a Chai eu tomei coragem e pedi um abraço, muito querido não me negou. ♥
Por incrível que pareça, fui num jogo não muito importante, também um Grenal, mas que apenas valia três pontos na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. O Adi estava na reserva, então não pude entrar em campo com ele, mas é claro que isso não foi motivo para eu não vê-lo. Não entrei com ninguém, quis apenas ver o Adi, e eu tinha uma corrente para dar a ele. Quando os jogadores entraram fiquei confusa e parada no meio do gramado, olhava pro Jonas, e pro Adi, e o Jonas ia se distanciando e eu ainda ali, parada. Acabei indo atrás da Chai, tiramos uma foto com o time inteiro e fui correndo para a casamata. Cheguei lá, abri os braços inteiros (foi tenso, rs) pedi um abraço pra ele, a Chai veio logo atrás de mim e, terei que dizer, ela deu de cara na casamata. Foram muitos risos do pessoal do banco, enquanto eles riam eu abraçava o Adi e desejava boa sorte. A Chai o abraçou também, tiramos fotos e entreguei a corrente pra ele, expliquei muitíssimo rápido a história da corrente, dei tchau e sai correndo, pois as crianças já tinham saído do gramado.
Os dois últimos dias que vi ele, até hoje, acho que foram os mais importantes. Pedi de presente de Natal ao meu pai que ele me levasse para passar 3 dias em Porto Alegre. Meu pedido foi atendido...
...Vi ele dia 3/12/2010, mas não pude entrar na “área VIP” do Olimpico, então não tive a oportunidade de conversar com ele. Já no dia 04/12 eu estava desistindo de tentar entrar na “área VIP”, o Adi já estava até dentro do ônibus quando enxerguei o amigo Luciano, pessoa que serei eternamente grata, fui correndo em sua direção e pedi para ele me levar lá dentro, ele levou, foi difícil convencer o motorista a chamar o Adi, mas o Luciano conseguiu e o Adi, como sempre muito querido, desceu para falar comigo, dei um abraço nele e conversamos um pouco. Na hora que eu pedi o autógrafo a minha caneta fez questão de falhar, mas foi bem legal, fiquei nervosa demais, testei a caneta num folhetinho que havia recebido na Grêmio Mania e acabei descobrindo que eu estava segurando mal a camisa, por isso a caneta não estava escrevendo.
O diálogo foi mais ou menos o seguinte:
-Pode ser Naty, Adi.
-Naty de que jeito, com Y, I, H?
-Tanto faz, tu que escolhe.
-Tu “tem” que me ajudar, segura a camiseta assim ó (me explicou como), me ajuda, se não eu não vou conseguir.
A caneta não funcionou, eu fiquei desesperada, tinha uma caneta reserva na bolsa, mas não lembrei dela.
-Calma, sem teu autógrafo tu não vai ficar.
A caneta acabou funcionando e tudo ocorreu bem, ele autografou: Um abraço para Naty! Adilson. *-*
Avisei-o que iria entrar em campo com ele no dia seguinte, ele disse que estava tudo bem e conversamos mais um pouco, perguntei sobre a Deisi, queria conhecê-la. Não deu, mas ainda vamos se ver! Após isso ele subiu para o ônibus e fui embora.
(Adi, desculpe se te atrapalhei, não sei o que você estava fazendo lá no ônibus).
No dia seguinte, entrei em campo com ele. Não conversei muito, deixei ele falando com o priminho dele, o Lorenzo, coisa mais fofa o gurizinho, apenas disse que meu pai havia achado ele muito simpático e agradecido pelo que ele tinha feito por mim. Tirei foto com ele lá no campo, e não pude dar um abraço graças ao repórter que chamou o Adi para uma entrevista. ;( Mas foi um ótimo fim de semana. (Obrigada ao meu pai, que me levou para Porto Alegre, ao Luciano, que me levou pra ver o Adi, ao jogador, que foi muito simpático e não negou meu pedido para ele descer do ônibus e a Deus, que com certeza foi quem tornou isso possível)
Bom, essas foram todas as vezes que tive a oportunidade de conversar com ele.
Adi, só tenho a te agradecer por tudo, pelas mentions, por ter sido sempre tão querido comigo, até quando não sabia quem eu era. Serei grata eternamente por esse carinho que de ti eu recebo, não tenho nada a reclamar, o dia que tu me destes parabéns então foi um dia incrível, fiquei muito feliz, e fico até hoje quando leio novamente. Desculpe se um dia te enchi de mentions, falei algo que não devia, ou te incomodei, mas fique sabendo que jamais foi por mal.
Pretendo um dia te ver usando a amarelinha e fazendo história no Grêmio. Tu tens um grande potencial e se Deus quiser realizará todos os seus sonhos. Tens raça, força e determinação, és um grande volante e eu desejo que a tua carreira seja repleta de sucessos, com pequenos e grandes títulos. Quero que saibas que estarei torcendo sempre por ti, independente da situação ou do clube que estiveres, tu jogas muito e espero que tenhas um grande futuro pela frente. Te amo, ídolo. ♥
p.s.: ainda vou conseguir uma camisa do adi *-----* /minha próxima meta ^^ /
p.s.: ainda vou conseguir uma camisa do adi *-----* /minha próxima meta ^^ /
domingo, 20 de fevereiro de 2011
SONHO REALIZADO
Embora eu goste praticamente só de rock, em 2007 comecei a ouvir Victor & Léo.
Conheci Victor & Léo atravéz de minha irmã que vivia ouvindo a música "Meu Eu em Você", eu achava a música péssima, horrível, mas com o tempo me acostumei e procurei mais músicas da dupla V&L. Foi surpreendente, porque eu achei as músicas muito boas, uma letra mais linda que a outra, o Victor é um ótimo compositor. Comecei a ouvir V&L sem parar, acabei ganhando o DVD "Ao Vivo em Uberlândia", presente da minha mãe. De tanto olhar, hoje sei as falas decor.
Eu só pedia duas coisas, para ir a mais um jogo do Imortal Tricolor e a um show da dupla.
O tempo foi passando e meu amor aumentando a cada vez mais, eles foram a muitas cidades perto de Bagé, mas não vinham à minha cidade de jeito algum. Então em 2010 eles finalmente vieram.
Os portões estavam previsto para abrir as 17:00 e o show para começar as 22:00. Eu e minha prima fomos no show com minha irmã e com o meu cunhado.
No dia do show ficamos a espera deles, já eram 21:30 e nada deles nos buscarem para irmos, eles chegaram as 22:00 na minha casa, eu estava furiosa, acabamos chegando no local por volta das 23hrs.
Pra minha sorte e pra sorte da minha irmã o show foi começar por volta da 00:00 e quandos chegamos conseguimos lugar bem pertinho do palco.
O show durou duas horas, muito perfeitas, eles são muito queridos, simpáticos e conversam bastante com a plateia, eles contaram algumas histórias bem engraçadas e falaram bastante com nós.
Queria ter ido no camarim, mas infelizmente, de última hora o cara que eu ia falar perdeu o celular. :@ Espero ir a outros shows e ter a oportunidade de conversar com eles. Antes de sairem do palco, prometeram que iriam voltar e disseram que haviam gostado muito de Bagé.
O show foi perfeito, valeu muito a pena esperar 3 anos para ve-los. ♥ Foi um sonho realizado *-*
(Agora a próxima meta é assistir um show do Guns N' Roses *-* de preferencia com Axl, Slash, Duff, Izzy e Steven)
Meu primeiro jogo.
Não tenho muito a falar do meu primeiro jogo no Monumental, não foi tão emocionante quanto os outros, porém não posso deixar de citá-lo. A partida era entre Grêmio e Fluminense, dia 08/06/08. Meu pai convidou alguns amigos e decidiu que iria me levar.
Passei a semana inteira nervosa, pensando com que roupa ir, o que levar e tudo mais. Jardel queria voltar a jogar, então meu pai, que sempre tem grandes ideias, fez dois cartazes. No primeiro dizia: JARDEL VOLTA! E no outro: BAGÉ APOIA.
Era dia 07/08 e faltava apenas um dia para o grande jogo, não consegui dormir a noite inteira, e quando consegui dormir já era tarde demais. Acordei num pulo, muito feliz, me arrumei, pintei um coração azul e preto no rosto e fiquei a espera dos outros. Todos reunidos partimos rumo a Porto Alegre, foi uma longa e divertida viagem.
Fizemos uma pausa para o almoço do Raabelândia onde encontramos um homem que havia perdido a aliança, minha amiga achou e ele pagou 10 reias à ela.
Quando chegamos em Porto Alegre, como já haviamos almoçado, fomos direto para o Olimpico, tinha muita gente e eu fiquei impressionada. Na hora em que os portões se abriram nós entramos para garantir lugar. Entramos no P10, o portão da Geral do Grêmio, mas acabamos indo parar no meio da arquibancada, bem na reta da linha que marca o meio de campo.
Jardel foi no jogo, e Renato Portaluppi era o técnico do Fluminense, mas quem se destacou mesmo foi perea, que marcou dois gols na vitória por 2x1.
A ideia brilhante do meu pai de levar os cartazes saiu na Zero Hora e nós aparecemos na TV, no meio da transmição.
Quando o jogo acabou, pegamos a van e voltamos para Bagé. Na viagem de volta não fizemos bagunça, estavamos todos cansados e dormimos a viagem inteira. E foi assim o meu primeiro jogo.
Passei a semana inteira nervosa, pensando com que roupa ir, o que levar e tudo mais. Jardel queria voltar a jogar, então meu pai, que sempre tem grandes ideias, fez dois cartazes. No primeiro dizia: JARDEL VOLTA! E no outro: BAGÉ APOIA.
Era dia 07/08 e faltava apenas um dia para o grande jogo, não consegui dormir a noite inteira, e quando consegui dormir já era tarde demais. Acordei num pulo, muito feliz, me arrumei, pintei um coração azul e preto no rosto e fiquei a espera dos outros. Todos reunidos partimos rumo a Porto Alegre, foi uma longa e divertida viagem.
Fizemos uma pausa para o almoço do Raabelândia onde encontramos um homem que havia perdido a aliança, minha amiga achou e ele pagou 10 reias à ela.
Quando chegamos em Porto Alegre, como já haviamos almoçado, fomos direto para o Olimpico, tinha muita gente e eu fiquei impressionada. Na hora em que os portões se abriram nós entramos para garantir lugar. Entramos no P10, o portão da Geral do Grêmio, mas acabamos indo parar no meio da arquibancada, bem na reta da linha que marca o meio de campo.
Jardel foi no jogo, e Renato Portaluppi era o técnico do Fluminense, mas quem se destacou mesmo foi perea, que marcou dois gols na vitória por 2x1.
A ideia brilhante do meu pai de levar os cartazes saiu na Zero Hora e nós aparecemos na TV, no meio da transmição.
Quando o jogo acabou, pegamos a van e voltamos para Bagé. Na viagem de volta não fizemos bagunça, estavamos todos cansados e dormimos a viagem inteira. E foi assim o meu primeiro jogo.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Minha primeira visita ao Monumental.
A coisa mais esperada na vida de um gremista é conhecer o grandioso estádio Olimpico Monumental. Eu conheci dia sete de fevereiro e dois mil e oito e, por meio deste texto, vou contar como foi.
Eu e minha família estávamos passando o carnaval em Lavras do Sul, cidade do melhor carnaval de rua, após o carnaval nós iríamos para Floripa, passar as férias. Se eu não me engano, dia cinco acabou o carnaval e na manhã do dia sete partimos rumo a Florianópolis.
Uns dias antes eu tinha pedido ao meu pai para pararmos em Porto Alegre, pois eu queria muito (muito mesmo) conhecer o Olimpico, mas o pai me disse que não dava e que só ia atrasar a viajem.
No dia da viajem, pedi a minha mãe para eu viajar no banco da frente, ao lado do pai, e ela deixou. De Lavras a Porto Alegre eu não parei um segundo de incomodar meu pai dizendo: Vamos no Olimpico pai, vamos, por favor. E ele me olhava com um sorrisinho e dizia que não.
Na estrada, meu tio estava com o carro na nossa frente, e ao chegar perto de Porto Alegre, o tio Caju entrou na cidade, sendo assim, o pai também entrou. Ele disse que na hora eu abri um sorriso maior que o meu rosto, não lembro disso, mas não é de se duvidar.
Quando chegamos no Olimpico eu desci do carro e fiquei paralisada, sonho realizado, não estava acreditando naquilo, eu só pensava “o Olimpico é lindo, é perfeito, isso é inacreditável, estou na casa do tricolor”, logo após olhei pro pai, apontei para o P1 e perguntei se era ali o portão de acesso para dentro do estádio, o pai confirmou e eu sai correndo em direção a ele, chamando minha prima, minha irmã, meu pai, e todos que estavam comigo.
Quando botei meus pés lá dentro, novamente paralisei, era uma sensação incrível, até hoje ainda é, estar na casa do meu time do coração é simplesmente perfeito. O gramado estava verde, lindo, não estava pintado, eu via pessoas lá dentro cuidando-o e só me passava pela cabeça que um dia ainda pisaria naquele tapete (e já pisei, 4 vezes).
Tirei fotos lá dentro, depois visitamos o memorial e a Grêmio Mania, e acabou por ali, não foi uma visita demorada, mas foi tudo muito perfeito...
...Só de pensar, que um dia esse estádio cheio de glórias, como diz a Geral, não existirá, que tudo será demolido, bate uma tristeza, mas não vou falar disso agora, prometo escrever um texto sobre a demolição do Monumental e a construção da Arena.
Voltando ao foco principal do texto, após a minha primeira visita ao Monumental, partimos para Florianópolis, e pode acreditar, passei minhas férias inteira com esse dia na cabeça. Jamais vou esquecer! 07.02.2008. ♥
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
@gremiotveradio
Comecei a ouvir lá por Novembro de 2009, mais ou menos, e desde o primeiro dia já tinha percebido o quanto eles são legais, doidinhos (como eu digo), engraçados, simpáticos, e, além de tudo isso, eles trazem a todos os ouvintes as notícias do clube em primeira mão.
Desde o primeiro dia nunca mais quis desgrudar deles, eles realmente alegram minhas tardes.
De lá pra cá, algumas coisas mudaram, o Márcio Neves saiu dos programas e concerteza isso me deixou muito triste, a Taynah foi pra Band, o Haroldo parou de narrar os jogos e até hoje eu sinto uma saudade imensa de ouvir É NOSSO! É NOSSO! É NOOOOSSO!!!!!! Mas, nada que tirasse a alegria e o humor da Grêmio Rádio, pois vieram rostos novos e permaneceram alguns antigos. O narrador mudou, mas as transmições dos jogos jamais deixaram de ser boas.
Eu nunca havia tido a experiência de passar um tempo sem ouvir o programa Banda do Imortal, mas no final de 2010 tive que passar por isso e, sinceramente, minhas tardes deixaram de ser tão alegres. O bom é que foi apenas um folguinha e o programa voltou, voltou com tudo. Agora várias pessoas ouvem a Grêmio Rádio diariamente, coisa que me deixa muitíssimo feliz, espero de coração que esse número só aumente porque vocês merecem.
Em um momento, durante uma transmição me senti a pessoa mais feliz do mundo quando o Fernando Potrick disse que eu fazia parte da família Grêmio Rádio, quando o Luciano Rolla, pessoa que eu serei eternamente grata, disse que a Grêmio Rádio me amava, é gente, são gestos pequenos mas que ficarão pra sempre no meu coração, e eu amo vocês também.
Jamais vou esquecer o dia que tive a honra de participar ao vivo do Banda do Imortal, é incrível, e foi mais incrível ainda, porque foi meu primeiro programa ao vivo (rsrs) e foi na companhia de vocês.
Desculpem se esqueci de mencionar algo, se algum dia falei o que não devia ou magoei algum de vocês. Vocês podem ter certeza que estarão pra sempre no meu coração, serei eternamente grata por alegrarem minhas tardes, levarei vocês comigo pra sempre. ♥ Mais uma vez, obrigada.
Escutem a Grêmio Rádio, vale muito a pena ...
14:00 – Rock n’ Geral (Quartas)
14:30 – Pauta Tricolor (segundas, terças, quintas e sextas)
15:00 – Banda do Imortal (segundas, terças, quartas, quintas e sextas) participe pelo MSN gremioradio@hotmail.com
A Grêmio Rádio transmite ao vivo também todas as partidas do Imortal Tricolor
Mais informações: @gremiotveradio
Um pouco sobre mim.
Há muito tempo queria criar um blog para contar fatos que aconteceram comigo, falar sobre meu time do coração e exercitar o Português, então ontem, 06/01/2011, resolvi cria-lo.
Como esta é a minha primeira postagem acho que devo me apresentar...
Meu nome é Nathálie, tenho 13 anos, sou uma gremista fanática, embora minha mãe seja contra, pretendo ser jornalista e morar em Porto Alegre. Sou também uma fã do volante Adilson, do Grêmio, sou goleira e me espelho muito no Victor, porém jogamos esportes diferentes.
Minha vida é cheia de sonhos, muitos deles já realizados, como o dia que eu conheci o Olimpico, o dia que conheci o INESQUECÍVEL capitão Tcheco ♥, o dia que entrei em campo com o Adi ♥, o dia que ganhei um Roller (sim, eu tinha o sonho de ter um Roller), não vou citar todos, pois vai ter um espaço, um texto, falando de cada um deles aqui no blog. Vou falar um pouco de sonhos que eu gostaria de realizar, e espero um dia poder dizer: EU CONSEGUI!
Bem, já consegui coisas que infelizmente não poderão ser contadas, mas serão eternamente lembradas, e estarão pra sempre no meu coração. É, to enrolando, enrolando e nada dos meus sonhos ainda não concretizados. Ok, gostaria de um dia trabalhar para o grandioso Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, ganhar a camiseta do jogador Adilson, morar em Porto Alegre e ter um cachorro chamado Mazaropi (rsrsrs, verdade).
Voltando a falar sobre mim, passei para o primeiro ano do Ensino Médio, faço Inglês na Wizard, ao meu ver, a melhor escola de Inglês do Brasil, desculpem-me as outras, porém essa é a minha opnião. Posso sim afirmar que tenho a melhor família do mundo, apesar das inúmeras brigas eles nunca me deixaram sozinha, principalmente a chata da minha irmã, sempre me apoiou em tudo que eu precisei, nunca me dedurou pro papai e pra mamãe (rsrsrsrsrs), tenho o direito de afirmar também que tenho os melhores amigos do mundo, são poucos, mas são os melhores sim, nunca me deixaram na mão, sempre me apoiaram em tudo, sempre que estive errada eles me alertaram e sempre que precisei eles estiveram comigo.
Sou ouvinte da melhor rádio, a rádio que mantém a mim e a todos os gremistas que a escutam bem informados. A @gremiotveradio! Depois eu passo a programação direitinho.
Tá, acho que para a primeira postagem isso já está mais que bom, aguardem e novos textos virão.
Um beijo a todos que leram este texto. *-*
Como esta é a minha primeira postagem acho que devo me apresentar...
Meu nome é Nathálie, tenho 13 anos, sou uma gremista fanática, embora minha mãe seja contra, pretendo ser jornalista e morar em Porto Alegre. Sou também uma fã do volante Adilson, do Grêmio, sou goleira e me espelho muito no Victor, porém jogamos esportes diferentes.
Minha vida é cheia de sonhos, muitos deles já realizados, como o dia que eu conheci o Olimpico, o dia que conheci o INESQUECÍVEL capitão Tcheco ♥, o dia que entrei em campo com o Adi ♥, o dia que ganhei um Roller (sim, eu tinha o sonho de ter um Roller), não vou citar todos, pois vai ter um espaço, um texto, falando de cada um deles aqui no blog. Vou falar um pouco de sonhos que eu gostaria de realizar, e espero um dia poder dizer: EU CONSEGUI!
Bem, já consegui coisas que infelizmente não poderão ser contadas, mas serão eternamente lembradas, e estarão pra sempre no meu coração. É, to enrolando, enrolando e nada dos meus sonhos ainda não concretizados. Ok, gostaria de um dia trabalhar para o grandioso Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, ganhar a camiseta do jogador Adilson, morar em Porto Alegre e ter um cachorro chamado Mazaropi (rsrsrs, verdade).
Voltando a falar sobre mim, passei para o primeiro ano do Ensino Médio, faço Inglês na Wizard, ao meu ver, a melhor escola de Inglês do Brasil, desculpem-me as outras, porém essa é a minha opnião. Posso sim afirmar que tenho a melhor família do mundo, apesar das inúmeras brigas eles nunca me deixaram sozinha, principalmente a chata da minha irmã, sempre me apoiou em tudo que eu precisei, nunca me dedurou pro papai e pra mamãe (rsrsrsrsrs), tenho o direito de afirmar também que tenho os melhores amigos do mundo, são poucos, mas são os melhores sim, nunca me deixaram na mão, sempre me apoiaram em tudo, sempre que estive errada eles me alertaram e sempre que precisei eles estiveram comigo.
Sou ouvinte da melhor rádio, a rádio que mantém a mim e a todos os gremistas que a escutam bem informados. A @gremiotveradio! Depois eu passo a programação direitinho.
Tá, acho que para a primeira postagem isso já está mais que bom, aguardem e novos textos virão.
Um beijo a todos que leram este texto. *-*
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